Contabilidade para clínica odontológica
Contabilidade para clínica odontológica: pague menos impostos legalmente
Cuidamos do Simples, do Fator R e da DMED da sua clínica, e da conta de prótese e convênio que você não vê no dia a dia. Atendimento online, com contador de verdade.
- Fator R conferido todo mês
- DMED e obrigações no calendário
- Prótese e convênio no lugar certo
Resposta pelo WhatsApp. Conversa sem compromisso.

Atende, no Brasil todo, de forma online. O escritório fica em Maracanaú (CE). Cuidamos de abertura de CNPJ, escolha do regime, Fator R, folha, impostos e DMED, para dentista autônomo que virou PJ e para clínica com sócios e equipe.
Nota 5,0 no Google, escrita por clientes
Avaliações reais, publicadas no Google.
“Tive uma experiência muito boa com a Hopecont. Fiz a troca de MEI para ME e eles foram super atenciosos, resolveram tudo rápido e sem dor de cabeça. Recomendo!”
“As meninas da Hopecont são atenciosas e técnicas. Entenderam exatamente o que eu precisava e estou muito satisfeita com o atendimento e os serviços. Recomendo!”
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Onde a clínica odontológica perde dinheiro sem perceber
Quase nunca é falta de paciente. É conta mal montada.

Anexo V sem saber por quê
No Simples, odontologia pode cair no Anexo III ou no V. A régua é o Fator R: folha dos últimos 12 meses dividida pela receita. Quem nunca acompanhou essa razão costuma descobrir o Anexo V na hora de pagar.

Prótese e laboratório sem controle
O laboratório pesa na margem de cada procedimento. Se o gasto vai tudo num bolo só, você não sabe quanto sobra de uma coroa, de um implante ou de um aparelho.

Dentista sócio e clínica no mesmo CNPJ
Quando entram outros dentistas, a conversa muda: responsável técnico no CRO, contrato de parceria ou sociedade, quem recebe de quem. Sem isso organizado, a clínica fica exposta a fiscalização e a briga entre sócios.
Anexo III ou Anexo V: o que muda no mesmo faturamento
Clínica que fatura R$ 25.000 por mês (R$ 300.000 em 12 meses), na 2ª faixa do Simples. O que muda é só o anexo.
Exemplo ilustrativo, calculado com as tabelas dos Anexos III e V da Lei Complementar 123/2006, na redação da LC 155/2016. O Fator R é a razão entre folha de salários e receita bruta; a partir de 28%, as atividades do §5º-M passam do Anexo V para o III. Para subir a folha, pró-labore e contratações têm custo próprio (INSS, FGTS), que precisa entrar na conta. O resultado depende de atividade, faturamento, município, regime e legislação vigente.
Simples, Lucro Presumido ou atender como autônomo
Cada caminho calcula o imposto de um jeito. Qual cabe melhor depende do faturamento, da folha, de quantos dentistas atendem e do quanto você gasta com laboratório.
| Ponto | Simples Nacional | Lucro Presumido | Autônomo (pessoa física) |
|---|---|---|---|
| Como o imposto é calculado | Alíquota sobre a receita dos últimos 12 meses, por anexo | Sobre uma margem presumida da receita; para serviços em geral, a lei prevê 32% como base do IRPJ | Sobre o rendimento menos as despesas do livro-caixa |
| Fator R | Define Anexo III ou V | Não existe | Não existe |
| Gasto com laboratório de prótese | Não reduz a base do DAS, que é a receita | Não reduz a base presumida | Entra no livro-caixa se for despesa necessária e comprovada |
| Funcionária ou ASB registrada | Conta na folha do Fator R | Tem custo de folha e encargos, sem efeito no regime | Remuneração com vínculo e encargos são dedutíveis no livro-caixa |
| Empresa e inscrição no CRO | Sim, com CNPJ | Sim, com CNPJ | Não há CNPJ; atende como pessoa física |
| Limite de faturamento | Receita bruta de até R$ 4,8 milhões no ano | Sem esse teto do Simples | Sem teto, mas o rendimento é todo tributado na pessoa física |
A tabela mostra como cada forma funciona. Não aponta a melhor: isso só se sabe com os seus números.
Obrigações da clínica odontológica, além do imposto
Parte vem do CRO, parte da vigilância sanitária, parte da Receita.
Inscrição da clínica no CRO
A entidade que presta assistência odontológica precisa de registro no CFO e inscrição no CRO da sua jurisdição, conforme a Consolidação das Normas do CFO.
Responsável técnico
A clínica deve ter um cirurgião-dentista como responsável técnico. Ele só pode responder por uma entidade, sem acumular nem filial. A norma abre uma exceção para entidade filantrópica (CFO, art. 90, §3º).
Alvará sanitário
Funcionar sem licença do órgão sanitário pode render advertência, interdição ou multa. O alvará é emitido pela vigilância sanitária e a regra varia por município.
Fator R todo mês
Folha dos 12 meses anteriores sobre a receita. Pró-labore, salários, FGTS e INSS entram no cálculo e movem o anexo.
ISS do município
Odontologia é o item 4.12 da lista de serviços da LC 116, e prótese sob encomenda é o 4.14. O ISS é devido, em regra, onde fica o estabelecimento. No Simples, ele vem dentro do DAS.
DMED
A Receita exige a DMED de pessoa jurídica prestadora de serviços de saúde. O sistema só aceita o envio se o CNPJ tiver CNAE de saúde, e o paciente depende dela para deduzir no IR.

Dentista que começa sozinho e depois cresce
Muita gente começa no consultório, na cadeira alugada ou no atendimento domiciliar, e só depois pensa em empresa. O ponto é saber quando o CNPJ passa a compensar.
Quando entram um segundo dentista, uma auxiliar e o convênio, folha, repasse e responsável técnico viram assunto de todo mês.
A gente monta isso junto: contrato com quem atende, regime, pró-labore e calendário de obrigações. Sem susto no fim do ano.
Como costuma ser × como é na Hopecont
Em 4 passos, a contabilidade da clínica no lugar
Conversa no WhatsApp
Você conta como atende hoje: sozinho, com sócios, com convênio ou particular.
Olhamos seus números
Faturamento, folha, pró-labore e laboratório. Com isso, comparamos os caminhos.
Organizamos tudo
Abertura ou troca de contador, enquadramento e calendário de obrigações.
Acompanhamento mensal
Impostos, Fator R e dúvidas respondidas por quem conhece o seu caso.
Já tenho contador. E agora?
A troca é simples e a clínica não para. Cuidamos da migração do contador atual.
- Você não precisa avisar de forma atravessada. Pedimos os documentos e conversamos com o contador anterior.
- Conferimos o anexo em que você está. Se o Fator R estiver fora do ponto, você fica sabendo.
- Revisamos DMED e inscrições. Vemos o que foi entregue e o que ficou pendente.
- Sem fidelidade. Se não gostar, você sai sem multa.
Quanto custa a contabilidade para clínica odontológica?
O valor depende do regime, do faturamento, de quantos dentistas e funcionários a clínica tem e de quantas notas emite. Olhamos o seu caso antes de falar em valor. Os planos começam em R$ 295/mês, sem fidelidade.
Leia: quanto custa manter o CNPJ de um consultório e consultório odontológico: Anexo III ou V.
Sem fidelidade e sem multa. Não gostou? Você sai quando quiser. E a migração do contador atual é por nossa conta.
Ver planos e o que está incluídoPedir minha propostaContabilidade para clínica odontológica:
perguntas comuns
Dentista precisa abrir CNPJ?
Clínica odontológica paga Anexo III ou Anexo V?
O pró-labore entra no Fator R?
Pró-labore e distribuição de lucros são a mesma coisa?
Gasto com laboratório de prótese reduz o imposto?
Preciso de responsável técnico na clínica?
A clínica precisa de inscrição no CRO?
A clínica odontológica precisa de alvará sanitário?
Clínica odontológica entrega DMED?
Como o ISS funciona para dentista?
Base legal e fontes: Lei Complementar 155/2016 (Simples, Fator R e Anexos) · Lei Complementar 116/2003 (ISS, item 4.12) · Lei 8.134/1990, art. 6º (livro-caixa) · Lei 6.437/1977, art. 10 (licença sanitária) · CFO: Consolidação das Normas (arts. 87 a 90) · CFO: roteiro de inspeção de clínica PJ · Receita Federal: DMED. Os valores dependem de atividade, faturamento, município, regime e legislação vigente; confirmamos o seu caso antes de qualquer decisão.
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